13/03/2017

SQUASSONI DISCUTE REFORMA DA PREVIDÊNCIA COM SINDICALISTAS DA BAIXADA

Deputado visitou sindicatos dos delegados de Polícia, servidores municipais de Santos, portuários e de trabalhadores da limpeza

O deputado federal Marcelo Squassoni (PRB) passou a segunda-feira (13) discutindo aspectos da Reforma da Previdência em quatro sindicatos que representam trabalhadores da Baixada Santista. Squassoni esteve com representantes dos policiais federais, dos servidores municipais estatutários de Santos, dos empregados na administração portuária e de trabalhadores da limpeza, onde ponderou sobre a necessidade de proteção aos contribuintes na chamada faixa etária de transição, a partir dos 45 anos, e dos trabalhadores em atividades de risco e braçais.

O primeiro compromisso do dia foi com delegados de Santos e região, entre eles o chefe da Polícia Federal na Cidade, Julio Cesar Baida Filho e a presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo, Raquel Kobashi Gallinati. A categoria explicitou a necessidade de manter o direito a aposentadoria especial.

No Sindaport, que representa os empregados na administração portuária, o deputado esteve com o presidente Everandy Cirino dos Santos e diretores. No Sindest, dos servidores estatutários de Santos, conversou com o presidente Fábio Pimentel. No Siemaco (limpeza e conservação), o parlamentar falou com o presidente André Domingues. Todos os sindicatos fincam em Santos e, exceto o Sidnest, têm caráter regional.

“O Governo tem procurado posicionar os deputados sobre sua proposta para a Reforma, mas é essencial conhecer de perto o ponto de vista dos trabalhadores, também. Só assim tomaremos a decisão mais equilibrada”, avaliou.

O desejo do Governo é colocar a reforma da Previdência em votação na Câmara em abril próximo. Squassoni, porém, pensa que o prazo não deverá ser cumprido, considerando a complexidade e peculiaridades inerentes a uma série de categorias. “Fica difícil obrigar policiais a correr atrás de suspeitos nas ruas até os 65 anos. O mesmo se aplica aos trabalhadores rurais e braçais. São muitas questões para se discutir e o prazo é muito curto", observa.

Mais informações:
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