01/09/2016

SQUASSONI REPRESENTOU GUARUJÁ NO IMPEACHMENT DE DILMA

O deputado Marcelo Squassoni (PRB) participou de todas as etapas do processo na Câmara, sendo, portanto, decisivo para o resultado final

Por intermédio dos votos do deputado federal Marcelo Squassoni (PRB), Guarujá teve participação direta no processo que culminou com o afastamento definitivo da presidente Dilma Rousseff e que durou 10 meses ao todo, passando pela Câmara dos Deputados e Senado. O deputado participou de todas as etapas do processo na Câmara, sendo, portanto, decisivo para o resultado final.

Antes de dar o ‘Sim’ no Plenário da Câmara em abril, Squassoni já havia votado pela admissibilidade do processo em Comissão Especial, para a qual foi indicado pelo seu partido, o PRB. Na qualidade de vice-líder o do PRB na Casa, o deputado discursou por cinco minutos antes de acatar o relatório elaborado pelo colega de Plenário Jovair Arantes (PTB-GO), favorável ao impeachment.

Na oportunidade, Squassoni concluiu que a então presidente da República cometeu crime de responsabilidade ao autorizar, sem o aval do Congresso, operações de crédito financiadas por bancos públicos com o objetivo de cumprir metas fiscais, episódio que acabou batizado popularmente de “pedaladas fiscais”.

Uma semana depois, no Plenário da Câmara, deu seu voto definitivo depois de exaltar, mais uma vez, a cidade de Guarujá e a Baixada Santista. “Pelo meu pai, seus exemplos e sua História, pelo meu filho e por todos os jovens do Brasil, pelo Guarujá, minha cidade querida e toda a Baixada Santista, é claro que meu voto é ‘Sim’”, registrou. O parlamentar foi o 225º a votar. Entre 513 aptos, foram registrados 367 votos a favor do Impeachment.

No Senado
Depois disso, o Impeachment passou por processo semelhante no Senado, onde foi apreciado também em Comissão Especial prévia e, mais tarde, pelos 81 parlamentares, em sessão presidida pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski. Antes, porém, teve um de seus pontos altos, com a presença de Dilma em Plenário, respondendo a questionamentos dos senadores.

A votação pelo afastamento definitivo se deu na última quarta-feira (31), pelo placar de 61 a 20. No mesmo dia, os senadores votaram em separado a possibilidade de Dilma ficar ou não inabilitada a exercer cargos públicos. Foram 42 votos favoráveis, 36 contrários e três abstenções, saldo insuficiente para confirmar essa punição.

Para Squassoni, o momento agora é de retomada. “A presidente Dilma cometeu crime de responsabilidade e o Congresso cumpriu com a obrigação de obedecer o que está na Constituição Federal. O Impeachment é um remédio amargo, mas necessário em casos como esse. Esperamos, agora, que os rumos da nossa Economia sejam corrigidos e o Brasil vire a página de uma vez”, salientou o deputado.

Mais informações:
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